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  • Sérgio M. Botelho Júnior

Para Bolsonaro, Osmar Terra deixa o Ministério da Cidadania como um vitorioso



Após um ano e dois meses, na última terça-feira, 18, Osmar Gasparine Terra passou o comando do Ministério da Cidadania para o então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em cerimonia realizada no Palácio do Planalto. Com isso, ele voltará para o Congresso Nacional com a missão de ajudar o Governo Bolsonaro a continuar mudando o Brasil.


A sua nova missão foi designada pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) num gesto de reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao país, através do Ministério da Cidadania. “Se hoje mexemos o tabuleiro do xadrez, fica a certeza que nenhuma peça será deixada de lado. Davi Alcolumbre, precisamos fortalecer o nosso relacionamento, assim como vocês para conosco e Osmar Terra nos ajudará muito nessa missão”, disse o presidente.


Para o presidente Jair Bolsonaro, Osmar Terra é “uma liderança ímpar e de uma competência invejável”. “Ele sai do ministério como um vitorioso. Conseguimos, no ano passado, através do seu ministério, o prêmio internacional de criança feliz. Muito obrigado, Osmar Terra! Continuaremos sendo mais que amigos unidos pelo destino do nosso Brasil”, classificou o gestor.


Já o agora deputado federal Osmar Terra, em seu último discurso enquanto ministro da Cidadania, se disse grato pela oportunidade recebida e lembrou que todas as mudanças estão acontecendo porque o país tem um presidente obstinado a mudar os rumos da nação. “Com o Ministério da Cidadania, pude discutir a política pública da maneira mais pura possível”, observou.


Além disso, Terra frisou que, independentemente da sua estada na Esplanada dos Ministérios, estará ao lado do Governo Bolsonaro. “Vou continuar trabalhando ao seu lado onde eu estiver, porque o senhor é a única possibilidade que nós temos de mudar esse país, de mudar conceitos”, argumentou. Para Osmar, o maior trunfo da sua gestão foi junto às crianças mais carentes, mas aproveitou para defender mudanças no Programa Bolsa Família.


“O Bolsa Família mantém as pessoas com o mínimo de dignidade, mas não resolve o problema. Ele não ajuda as pessoas a saírem da pobreza, então nós criamos programas para que jovens que nem estudam e nem trabalham tenham essa oportunidade de sair, de ter acesso ao ensino, ao invés de servir como um exército reserva do crime”, destacou.


Em relação à passagem da pasta ao Onyx Lorenzoni, Osmar surpreendeu ao comentar que a pasta não poderia estar em melhores mãos. “O Ministério da Cidadania não poderia estar em melhores mãos do que as do ministro Onyx, porque ele montou e ajudou a cria-lo. Quando eu recebi o Ministério, eu recebi um Ministério que ele participou da montagem, então ele conhece bem e vai fazer um grande serviço ao país”, finalizou.


Já o novo ministro da Cidadania afirmou que os ministros do presidente Bolsonaro estão unidos para melhor servir ao país com espirito de lealdade, e frisou que pretende desempenhar os trabalhos no MC com a mesma dedicação imprimida por Terra. “Com amor pelo seu semelhante, na luta incansável, ministro Osmar Terra, para a redução das desigualdades e dar atenção àqueles que verdadeiramente precisam, cumprirei [minhas atividades], presidente, com o mesmo zelo e responsabilidade e com o mesmo amor pelo Brasil. Porque no time Bolsonaro a gente pode trocar de camiseta, o número dela, porque a camisa é sempre a mesma. Ela é apaixonadamente verde e amarela e todos nós, como acabamos de ver no depoimento extraordinário do ministro Osmar Terra, continuamos unidos e fortes”, discursou.


Por Sérgio Botêlho Júnior

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