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  • Sérgio M. Botelho Júnior

Brasileiro segue ajudando a igreja no enfrentamento aos casos de abuso sexual

Diante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho JúniorDiante de vários escândalos envolvendo clérigos da Igreja de Roma, o Papa Francisco endureceu a luta contra os casos de abusos sexuais, através da nomeação da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores. Ela é formada por 16 membros de todos os continentes do mundo, que têm o objetivo de ouvir, acolher e tratar as vítimas de abusos por parte de representantes da Igreja Católica Apostólica Romana.


Entre os 16 membros está Nelson Giovanelli, fundador das Fazendas da Esperança no mundo e um dos dois representantes latino-americanos na Comissão, formada há cinco anos.


Ao Portal ImagineAcredite, ele informou que a Pontifícia Comissão está empenhada em cumprir as atribuições que lhe foi designada. Por isso, ele lembrou que, nos últimos meses, os membros da comissão têm participado de workshops e seminários com o objetivo de conscientizar os líderes religiosos em todo o mundo.


No Brasil, Nelson afirmou que uma das ações mais importantes ocorreu durante a última assembleia geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), quando foi realizado o seminário ‘ Sanando as próprias feridas’. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre bispos, formadores e integrantes de comunidades novas.


“Nessa ocasião, seguimos uma linha que o Papa Francisco e o Papa Bento XVI estão utilizando, no sentido de sempre escutar uma vítima que inspira com a sua experiência, mostrando o que se deve e o que não se deve fazer, e como escutá-las. Além de utilizar essa experiência para aprender a abordar essa ferida, poder acompanhar e ajudá-las nesse caminho de cicatrização, e ao mesmo tempo de conscientização da sociedade em geral”, detalhou Giovanelli.


Além disso, Nelson informou que já foi implantado o Conselho Consultivo de Sobreviventes, composto por quatro vítimas de abuso sexual, ele, uma advogada, um psicólogo e um teólogo. Ele tem o objetivo de ampliar o trabalho de escuta das vítimas e apoiar as Conferências Episcopais. “Esse grupo está sendo uma força-tarefa no sentido de acertar a frequência de chamados para palestras de conscientização”, acrescentou o fundador da Fazenda da Esperança.


Crise ignorada por falta de conhecimento


Para quem pensa que os trabalhos de escuta e de prevenção não são suficientes para impedir a ocorrência de novos casos abuso sexual dentro da Igreja de Roma está enganado. Isto porque, segundo Nelson Giovanelli, foi durante um encontro do Papa Francisco, em fevereiro deste ano, com 114 conferencistas episcopais de todo o mundo, que a comissão pontifícia detectou que o caso estava sendo ignorado por puro preconceito.


“Foi um evento histórico porque reuniu, pela primeira vez, todos os responsáveis por essas conferencias episcopais, que tomaram consciência da gravidade da situação, porque se pensava que era mais um problema do mundo ocidental, quando na verdade faz parte da fragilidade humana e, por isso, está espalhada por todo canto. Então foi muito bom”, comemorou.


O trabalho não se resume a escuta e prevenção


Segundo Nelson Giovanelli, único brasileiro a integrar a comissão pontifícia, os trabalhos também se estenderam a implantação de mudanças no manual de procedimento dos tribunais canônicos das dioceses, que são responsáveis por julgarem os casos de abuso sexual e outros deslizes dos religiosos.


De acordo com ele, os manuais de procedimento tem sido orientados por meio de um modelo que a Comissão Pontifícia ajudou a preparar. “Essas diretrizes para o enfrentamento dos casos de abuso teve colaboração da comissão, mas ela não se envolve com os casos específicos”, frisou Giovanelli.


O sentimento de integrar a comissão pontifícia


Embora seja um homem de muitos compromissos, no último domingo (28), Nelson Giovanelli abriu um espaço entre um compromisso e outro para conceder uma entrevista exclusiva ao Portal ImagineAcredite. Nela, além das informações já mencionadas neste escrito, ele aproveitou para falar da sua alegria em fazer parte desta missão tão importante para a igreja de Pedro


“Para mim, pessoalmente, que há 35 anos, na fazenda da esperança, tenho a oportunidade de escutar tantos jovens que sofreram esse tipo de mal, é uma chance muito grande e bonita no sentido de me empenhar mais ainda para criar um ambiente favorável para que todos possam colocar para fora sua dor e cicatrizar suas feridas”, destacou.


Nelson Giovanelli é um leigo consagrado natural da cidade de São Paulo. Naquele estado, junto com o Frei Hans Stapel Ofm, fundou o que hoje se conhece Brasil afora como Fazenda da Esperança. O projeto assiste pessoas que tiveram suas vidas destruídas pelas drogas, pela violência e outros males presentes na sociedade.


Por Sérgio Botêlho Júnior


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